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23 de maio de 2012

Roteiro: Buenos Aires - dia 4

  • Roteiro:
- Puerto Madero
- Fragata Sarmiento
- Galeria Pacífico

O dia amanheceu muito nublado e a chuva atrapalhou demais nossa programação. Fomos para Puerto Madero, que fica logo atrás da Plaza de Mayo (quem está hospedado pelas redondezas dá para ir a pé). Lá fica a Puente de la Mujer, um dos cartões postais mais famosos de Buenos Aires.


Visitamos a Fragata Sarmiento! Achei tudo muito interessante! Lá dentro tem um museu com vários artefatos ligados ao mar e o lugar em si rende boas fotos. 


Como dá para ver em algumas imagens, o tempo estava péssimo. Toda hora chovia e tínhamos que interromper a caminhada para nos esconder da chuva. A paciência foi acabando, a fome aumentando e não sabíamos escolher qual restaurante almoçar. Puerto Madero é lotado de restaurantes, de fora a fora, cada um com o menu mais tentador que o outro. Optamos pelo Friday's por pura preguiça de voltar à um outro restaurante que tínhamos gostado. A comida é gostosa, mas a higiene do lugar deixa muito a desejar, nossos talheres e pratos estavam sujinhos.

Classic Filet  
bife de lomo (filé mignon) e purê de batata com queijo cheddar - 84 pesos

Demos uma caminhada pelo bairro e chegamos numa praça que fica numa rua paralela aos diques, a Plaza de la Mujer. O lugar é enorme, muito bem cuidado e há banquinhos para sentar e pensar na vida :) atrás dessa praça, fica uma reserva ecológica, mas não chegamos a visitar.


Decidimos ir embora, porque definitivamente a chuva não parava, ia e voltava, ia e voltava. Fomos de última hora ir à Galeria Pacífico, um shopping lo-ta-do de brasileiros. Por que todo brasileiro bate ponto lá? E o que fomos fazer lá? Tudo bem que o shopping é bonito, tem uma pintura linda no teto, uma arquitetura maravilhosa, mas ahhh se arrependimento matasse. Primeiro, os preços não são tão convidativos e segundo (para acabar com tooodas as chances de gostar do lugar), nós tomamos aquele "projeto" de capuccino horrível, que nos traumatizou pelo resto de nossas vidas. Sim, muito drama, porque o trem é ruim mesmo! (Leia o post aqui)


Pegamos um táxi de volta para o albergue (Galeria Pacífico > Portal del Sur: 17,50). Jantamos num restaurante simples que fica na Avenida de Mayo, chamado Harmony. Fugindo um pouquinho do menu carne + batata, pedimos um macarrão a bolonhesa e a conta deu 90 pesos. Fechamos a  noite com uma festinha que rolou no albergue e ficamos dançando e bebendo até tarde.

18 de maio de 2012

Roteiro: Buenos Aires - dia 3


  • Roteiro:
- Zoológico de Buenos Aires
- Jardim Japonês
- Livraria El Ateneo

No terceiro dia, nosso passeio seria no bairro Palermo. Pegamos o metrô linha D (verde), bem perto do albergue, não lembro o preço que pagamos, mas foi muuuito barato.


Descemos na Plaza Itália e fomos para o Zoo de Buenos Aires (não é o zoo de lujan, aquele em que você pode entrar na jaula dos animais). O Zoo é lindinho e tem diversos animais, é uma programação boa para quem está viajando com crianças ou para quem está de bobeira na cidade. (Entrada: 34 pesos)

 

Depois do zoo, fomos almoçar no Juana de Oro (post falando sobre o restaurante, aqui). Em seguida fomos para o Jardim Japonês, a pé mesmo, porque era tudo perto - o Jardim Japonês fica atrás do Zoo. (Entrada: 8 pesos)

O Jardim é lindo e muito bem cuidado. Para conseguir a tradicional foto na ponte, tem que ter um pouquinho de paciência, porque tem muito turista querendo fazer o mesmo :). O passeio por lá é super rapidinho, então no roteiro dá para incluir vários outros passeios por perto.

 

Pegamos um taxi e fomos para o Jardim Botânico (não lembro quanto deu!). O lugar é bonito, mas achei um passeio dispensável. Para quem gosta de gatos, se prepare para o ataque de fofura, há vários gatinhos por lá. (Entrada gratuita)




Pegamos o metrô e fomos para a Avenida Santa Fé, no bairro Recoleta, onde fica a livraria El Ateneo, uma das livrarias mais lindas do mundo!!! A arquitetura do lugar é fantástica, lá era um teatro antigamente e no lugar do palco hoje funciona um café.



Depois disso, voltamos exaustos para o albergue e não fizemos mais nada. Cozinhamos e comemos por lá mesmo, logo em seguida: zzzzzzzz.

2 de maio de 2012

Roteiro: Buenos Aires - dia 2


  • Roteiro:
- Cemitério da Recoleta
- Basílica Nossa Senhora do Pilar
- Museu Nacional de Belas Artes
- Floralis Generica (Flor de metal)

O dia amanheceu muito nublado, ficamos com medo de chover e atrapalhar nossa programação e foi justamente isso que aconteceu. Pegamos um ônibus próximo ao nosso albergue com destino ao bairro Recoleta e confesso que não entendi muito bem como funciona o esquema de andar de ônibus em Buenos Aires hahahah, mas é MUITO barato (pagamos 1,70).

Nosso primeiro ponto turístico foi o Cemitério da Recoleta. Pode parecer meio mórbido esse tipo de passeio, mas já tínhamos lido diversos relatos sobre ele e nos interessamos em visitar. Logo na entrada, havia gente querendo nos vender mapas com a localização de algumas pessoas importantes da Argentina, entre elas a Evita Perón. Não compramos o mapa e resolvemos fazer nosso próprio tour. Os mausoléus eram impressionantes!!! 


Não encontramos o túmulo de Evita Perón, pois é, não conseguimos achar!!! O cemitério é gigante, gente! O que encontramos foi um bando de turistas que também procuravam o tal lugar. E os funcionários que fazem a manutenção do cemitério, obviamente, não informam de jeito nenhum onde fica. Tentamos seguir um guia com seus turistas, mas toda hora chovia e desistimos.

Em seguida, fomos ao Centro Cultural da Recoleta, mas estava fechado por conta do horário. Fomos então à Basílica Nossa Senhora do Pilar, que diga-se de passagem, é linda!!! Numa parte anexa à igreja, há o Museu de Arte Sacra. Como estava chovendo muito lá fora, resolvemos visitar. É legal, mas não acho que valha a pena se os dias forem corridos em Buenos Aires. (Preço para a entrada no museu: 5 pesos)


Logo ali perto, almoçamos num pub irlandês que fica dentro do Buenos Aires Design. É lá que está localizado o Hard Rock Café e a loja Morph (loja muito linda de artigos de decoração!). Depois fomos direto para o Museu  Nacional de Belas Artes. O museu conta com um acervo variado de peças de autores argentinos e europeus. (Entrada gratuita)


O próximo destino era a flor de metal, Floralis Generica, que fica pertinho do museu. É impressionante o tamanho e a beleza da flor.


O cansaço e a fome bateram e resolvemos comer as tão famosas empanadas do San Juanino. Como estava chovendo (e muito!), optamos por ir de táxi. Chegamos lá às 16:30 e os funcionários não nos deixaram entrar pois a casa já estava fechando :( ficamos muito desapontados, nem sabíamos dessa do horário. Fomos embora e a noite ficamos de novo no bar do albergue.

29 de abril de 2012

Roteiro: Buenos Aires - Dia 1


  • Roteiro:
- Aeroporto >  Albergue
- Plaza de Mayo (Casa Rosada e Pirâmide de Mayo)
- Avenida 9 de Julio (Obelisco)

Chegamos no aeroporto de Ezeiza às 5 e pouca da manhã. Trocamos nosso dinheiro no Banco de La Nación Argentina, porque já havíamos pesquisado que a melhor cotação era lá, então trocamos real por peso e já tínhamos alguns dólares comprados no Brasil. Chegamos no albergue Portal del Sur lá pelas 6:30, mas nosso check in era só às 14:00, então deixamos nossas bagagens num depósito que ficava no porão, juntamente com outras bagagens de outros viajantes. 

Para preencher o tempo, fomos dar uma volta ali no centro mesmo. Aproveitamos para tomar café da manhã num bar que fica na Avenida de Mayo. Pedimos um submarino (que é um chocolate quente) + torradas (veio 3 pedaços de misto-quente). O lanche é gostoso, é grande e serve bem 2 pessoas; custo: 30 pesos.

Tostado (misto-quente) e Submarino (leite quente com achocolatado) - 30 pesos


Andamos pela Avenida de Mayo e fomos até a Plaza de Mayo, a praça é cheia de cartazes com protestos, vários turistas tirando fotos e os nativos correndo contra o tempo. Lá fica a Casa Rosada e a  Pirâmide de Mayo.





Fomos para o albergue tomar um banho e dar uma descansada. Mais tarde fomos conhecer a Avenida 9 de Julio, que é a principal da cidade, é muito movimentada e uma avenida muuuito larga. Nela se encontra o Obelisco (pausa para fotos) - e o Teatro Colón (pausa para fotos 2). Paramos em um bar chamado "Café de la Ciudad", que tem uma vista linda, porém um atendimento péssimo (leia o motivo aqui).



Quando anoiteceu, fomos para o albergue e ficamos por lá mesmo. Ficamos bebendo no bar e percebemos  o quão caro uma Quilmes pode sair quando é comprada em bares. No albergue pagamos 18 pesos e no Café de la Ciudad pagamos 30!!! Depois descobrimos que no Carrefour, que também fica na 9 de Julho, a Quilmes custa 5 pesos hahaha.

19 de março de 2012

Onde NÃO comer em Buenos Aires

Toda cidade tem aqueles lugares que são "pega turistas" e é incrível como a gente sempre acaba caindo numa dessas ciladas.

O fato é que você anda o dia inteiro, visita vários lugares e chega uma hora que bate uma fome, uma sede insuportável e o que você mais deseja é o restaurante, bar, lanchonete mais próximo, independente do preço. E foi exatamente o que aconteceu comigo e com o Leandro no nosso primeiro dia em Buenos Aires.

De todos os lugares que comi, só há dois que eu realmente não recomendo.

  • Café de la ciudad (Centro):
"Ah, a gente já está morrendo de fome, vamos sentar aqui mesmo! Olha só, em frente o Obelisco!!!" - maldita hora em que eu falei isso.


X-burguer  com papas frias!

Preço: 45 pesos
Comida: normal, nada "oh".
Atendimento: varia entre o péssimo e o horrível.

Considerações:
- Quando sentamos lá, demoraram muito para nos atender, mas tudo bem, o lugar estava cheio. Um garçom senhorzinho, com a maior cara de bunda da face da Terra, veio à nossa mesa e tacou o cardápio na mesa no melhor estilo do arremesso de peso, sabe? 
- Tudo caro! O nosso prato "X-burger com batata-frita + refri incluso" era 45 pesos. Tem noção do que é pagar mais ou menos 22 reais num x burgerzinho meia boca?
- Agora pausa para o momento turistinha: "vamos beber uma Quilmes pra comemorar nossa estadia aqui, vai!" ... gente, TRINTA PESOS uma garrafa de Quilmes. E depois descobrimos que logo ali no Carrefour da mesma rua a Quilmes estava 5 pesos. É... fujam para as colinas!!!


  • Fournil de Pierre (Galeria Pacífico):
A Galeria Pacífico estava como reserva no nosso roteiro, não era um ponto de visita obrigatório. Como já estávamos lá perto, resolvemos conhecer o lugar. A arquitetura e decoração do lugar, de fato, são de chamar a atenção. Para não perder a pernada, resolvemos sentar em algum lugar ali. Achamos o Fournil de Pierre e decidimos sentar ali mais pelas poltronas gigantescas e confortáveis do que pelo lugar em si (o cansaço justifica!).

O que eles chamam de capuccino

Preço: 25 pesos
Bebida: horrível, aguado e gelado (???)
Atendimento: ruim

Considerações:
- Demorou muito para sermos atendidos.
- Não sei se o capuccino deles é igual ao nosso, mas era uma bebida gelada e não era cremosa, tive a sensação que só colocaram muuuita água e pouco café. Era muito ruim e não consegui terminar o meu.
- Para fechar a conta foi a mesma demora no atendimento, então resolvemos pagar no balcão mesmo ao invés de esperar a garçonete nos atender.

13 de março de 2012

Onde comer em Buenos Aires

Importante saber:
Na Argentina não se cobra os 10% como acontece aqui no Brasil, logo espera-se que a gente dê uma gorjeta ao garçom. Sabendo disso, fui disposta a ser generosa nas gorjetas desde que eu fosse bem atendida, porque eu me negooo a "pagar" por serviço ruim (quando digo serviço ruim, me refiro ao atendimento que o garçom presta).

Por lá rola uma taxa de serviço de mesa que se chama "cubierto".  O cubierto é cobrado por pessoa, ou seja, 2 pessoas = 2 cubiertos e o preço varia de 5 a 12 pesos. A gente pode relacionar o cubierto com o nosso couvert (entrada), mas mesmo se você recusar a entrada, você pagará pelo cubierto. Não é todo restaurante que cobra esta taxa, mas eu só descobria isso na hora de fechar a conta.

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Não fui à nenhum restaurante  famoso, caro e super hiper mega recomendado em Buenos Aires. Motivo? Eu tinha pouca grana para o restante da viagem.

Vou indicar os 2 restaurantes que mais gostei e depois faço outro post com o restante.

  • Juana de Oro (Bairro Palermo)
Esse restaurante foi um achado! Nós estávamos perto do zoológico do bairro Palermo  e resolvemos perguntar a um policial onde tinha um restaurante mais perto, ele indicou um, mas não achamos e acabamos optando por este.


Eita saudade!!!


Entrada: pães com um patê delicioso!


Prato executivo: Mini bife de chorizo com pimenta e papas fritas

Preço: 47 pesos (inclui água, refri ou uma taça de vinho e sobremesa: café, chá ou doce)
Comida: maravilhosa! Super bem temperada, carne macia, batatas crocantes.
Atendimento: mais ou menos. A cara ruim da garçonete me assustou um pouco.

Considerações: 
- Chorizo é o nosso "contra-filé".
- Vale a pena ir ao restaurante e pedir exatamente este prato, é muito barato e extremamente gostoso (só um alerta: ele não é servido durante o final de semana!).
- Fomos muito mal atendidos por uma garçonete (não sei o nome, era uma morena). Resolvemos voltar no final de semana para comer esse prato de novo (não deu certo), mas fomos muito bem atendidos por um outro garçom.

Localização:
Calle Demaria esquina com Fray Justo Santamaria de Oro 


  • El Rinconcito (Bairro La Boca)
No bairro La Boca, onde fica o Caminito, há inúmeros restaurantes e bares. Uma coisa chata que notei foi a insistência de alguns garçons para a gente ficasse no restaurante deles, havia uns educados que apresentavam o menu e te dava a liberdade de poder seguir em frente e outros bem inconvenientes tentando te convencer a qualquer custo. Achamos um pequeno restaurante, aconchegante e afastado da muvuca: El Rinconcito.

El Rinconcito - amor em forma de restaurante!


Porque nem todo mundo é de ferro!


Prato: Lomo a la pimenta com papas fritas

Preço: 134 pesos (preço total)
Comida: perfeita! A carne vem com um molho maravilhoso!
Atendimento: muito bom! A comida não demorou; cerveja gelada; garçons bem humorados e prestativos.

Considerações:
- Lomo é o nosso "filé mignon".
- A conta deu 134 pesos, porque pedimos salada de acompanhamento e bebemos algumas (várias!!!) Quilmes. 
- Lá não cobra o cubierto, mas cobra o nosso famosinho 10%. Os 10% já vem incluso na conta, o motivo talvez seja pelo grande número de brasileiro que passa por lá e então eles já conhecem o nosso costume de não dar gorjeta.

Localização: 
Dr. Del Valle Iberlucea, 1166.

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